SEÇÃO I – DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Oito de março, Dia Internacional da Mulher.
A despeito da discussão que se repete todos os anos sobre a injustiça do fato de as mulheres terem somente um dia em sua homenagem e, considerando que habitualmente os poetas e escritores, ao expressarem sua adoração sobre as mulheres, têm sempre em mente um estereótipo padrão de beleza e de comportamento, vimos prestar nossa homenagem a todas as mulheres, independente do dia, do motivo, da maneira, do estereótipo, da cor, do peso, do sexo, da opção sexual, da condição social e das esperanças que traz no coração.
Não homenagearemos somente a Tereza, de Jorge Ben, a Bárbara, de Chico, a Morena Tropicana, de Alceu Valença, a Alzira, de Lenine, a Linda Flor, de Luiz Gonzaga, a Madalena, de Martinho, a Rosa, de Pixinguinha, a Garota de Ipanema, de Vinícus e Jobim, a Iracema, de Adoniran, a Cremilda, de Jackson do Pandeiro, a Doralice, de Caymmi, a Billie Jean, de Michael Jackson, a Layla, de Clapton, a Dolly, de Armstrong, a Sweet Little Angel, de B.B. King, a Catarí, de Sisca ou a Gioconda, de Da Vinci.
Homenagearemos todas as mulheres e todos os dias pelo simples fato de serem mulheres, de terem poder único de gerar outra mulher, de gerar homens, de dar continuidade ao ciclo da natureza, de dominarem as vontades e emoções do mundo à revelia de todos os demais seres.
A todas elas que, como bem observou Neruda, sorriem quando querem gritar, cantam quando querem chorar, choram quando estão felizes e riem quando estão nervosas, além de terem o dom natural de iluminar os caminhos por onde passam, musicar os ambientes onde se encontram, ensinar lições sem mover um dedo e vencer batalhas sem precisar de armas.
Nossa singela, mas sincera homenagem às mulheres do mundo! A Todas!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *